CRITÉRIOS DE INCLUSÃO

Atuação UPA

Para inclusão do paciente no programa é necessário que o mesmo apresente os critérios de avaliação para inclusão, que são os administrativos, assistenciais e clínicos, conforme especificações abaixo:

Critérios Administrativos:

  • O usuário deve morar em Áreas de Planejamento cobertas pelo Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso dentro da rede SUS do Município do Rio de Janeiro;
  • O domicílio tem que oferecer a possibilidade de acesso a carro;
  • O usuário tem que ser oriundo de unidades da rede SUS;
  • O usuário precisa ter um responsável que assine o Termo de Compromisso do Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso;
  • Haver disponibilidade de unidade hospitalar para suprimento das demandas de material e medicamentos necessários para assistência ao paciente;
  • Haver vaga no Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso.



Critérios Clínicos:

  • Usuários prioritariamente idosos, acamados, portadores de doenças crônico degenerativas na fase aguda, que necessitam de cuidados paliativos com incapacidade funcional provisória ou permanente, internações prolongadas e recorrentes; passíveis de tratamento com as tecnologias disponíveis no Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso;
  • O usuário não pode depender de equipamentos para manter as funções vitais;
  • O usuário precisa estar clinicamente estável, conforme avaliação do médico responsável pelo encaminhamento para o PADI, em sua unidade de origem.
  • Ter classificação funcional de acordo com a Tabela de Avaliação Funcional (Índice de Barthel).
  • O usuário com o perfil para atendimento pelo projeto, mas que necessite de oxigenoterapia deverá ser avaliado pela equipe com o objetivo de analisar a viabilidade de atendimento de acordo com o caso clínico e segurança ambiental.



Critérios Sócio-Assistenciais:

  • Ter um responsável que assuma a função de cuidador, familiar ou não;
  • O domicílio precisa ter recursos mínimos de infra-estrutura, saneamento básico e ventilação (ambiente com janela, específico para o paciente, com dimensões mínimas para um leito, ter meio de comunicação de fácil acesso);
  • Ter o encaminhamento para o PADI, recomendado por médico da unidade de origem, baseado em critérios clínicos, garantindo a estabilidade clínica necessária para a transição para a modalidade de assistência de atenção domiciliar (desospitalização ou atendimento domiciliar) com registro em formulário próprio e resumo clínico.



Critérios de Exclusão:

  • Não ter cuidador que se responsabilize pelo paciente e assine o termo de compromisso com o PADI;
  • Ser dependente de equipamento para manter os sinais vitais;
  • Não morar na área de cobertura do programa;
  • Não ser oriundo da rede SUS;
  • Não ter meio de comunicação de fácil acesso;
  • Não ter domicílios com infraestrutura que garanta à equipe condições mínimas de atendimento;



Critérios de alta:

  • Atingir os objetivos propostos pelo plano terapêutico;
  • Mudança de complexidade;
  • Mudança de residência fora da área de abrangência.
  • Óbito.